SladeDurante um de seus turnos no Hospital Mercy, a doutora Trisha Norbit é encarregada de cuidar de um prisioneiro que acabou de ser resgatado dos laboratórios das Indústrias Mercile. Depois de tratado e sob efeito da medicação, 215 acorda repentinamente e tenta seduzir a médica. Apesar do perigo, ambos são envolvidos pelo desejo, mas são interrompidos pela equipe médica que intervém para salvá-la dos braços de Slade, o prisioneiro 215.
Ao se reencontrarem – agora, em Homeland –, Slade não a reconhece e, quando descobre que a doutora Norbit é a mesma médica que o salvou na noite em que foi resgatado do laboratório de testes, e com quem ainda sonha frequentemente, Slade fica abalado, pois sabe que ela nunca lhe dará uma chance.
A relação entre dois se torna ainda mais intensa quando a vida de Trisha está em perigo e agora, é ele quem deve salvá-la. Enquanto fogem para se salvar, o desejo se faz presente e não pode ser negado, no entanto, as consequências desse envolvimento transformará suas vidas e a vida das Novas Espécies para sempre.

Desde o primeiro livro simpatizei com Slade, achei ele engraçado e sarcástico. Confesso que me decepcionei um pouco, esse lado engraçado do protagonista não ficou muito evidente nesse livro, seu comportamento foi infelizmente contrário, tornando-se rude e muitas vezes bem grosseiro.

Trischa é bem comum, doce e leal.

Eles se conhecem no hospital quando as novas espécies são libertadas, Slade está ferido precisando de atendimento médico e irá parar nas mãos da doce médica. Cheio de medicamentos e meio desacordado, Slade acorda e quando se depara com a médica que o está atendendo a ataca sexualmente, pensando ser ela uma médica do laboratório, então protagonizam uma cena erótica que faz qualquer um suspirar.

Acabei de decidir que que vou ficar com você por alguns dias, Doutora. Vou fazer coisas que vão deixá-la com vontade de nunca mais sair daqui.

Após o incidente do hospital, eles voltam a se encontrar quando Trisha decide se canditar para trabalhar me Homeland, para ver Slade…claro. Mas para sua surpresa ele não se lembra dela. O que ela não imaginava era que habitava os pensamentos mais íntimos de Slade.

Continuo me assustando muito com a abordagem das “novas espécies” diante de uma “fêmea. Tive que durante quase toda a leitura concentrar-me no fato de que estávamos falando de um ser meio humano meio animal, e que lógico resultaria em algo bem animalesco…..rs.

Slade assim como no livro anterior é bem possessivo, rosnando o tempo todo. Ah, esqueci de mencionar que ele assim como Fury é meio humano meio canino.

É impossível contar quantas vezes a palavras “minha” é mencionada. Ok, no início parece bonitinho e até uma prova de amor, mas no decorrer da história ficou só assustador.

Ok, eu sei que são meio animais, mas me perguntava o tempo todo se havia necessidade de tanto rosnado. Esse detalhe continua me irritando.

Percebi uma capacidade enorme que as mulheres ou “fêmeas humanas” dessa série tem, como diz o ditado de “sacudir a poeira e dar a volta por cima”, sério mesmo nada as abala.

Morte? Não.

Sangue? Não

assassinato? Também não

estupro? Lógico que não.

Juro que se no próximo livro tiver alguma tentativa de estupro, desisto da série. Eu estou falando sério.

Ponto positivo para Brass, ele foi muito fofo ajudou a Trisha quando ela mais precisou ficando ao seu lado e a protegendo e fiquei com peninha dele, realmente estava sentindo uma coisinha pela Doutora, mas ela já estava dominada e apaixonada por Slade, logo Brass nunca teve uma chance.

Adorei também a entrada de Valiant o homem é assustador, ops meio homem.

Destaque mais uma vez para a escrita envolvente da Autora que consegue prender seu leitor do início ao fim, com cenas de sexo, violência, romance e uma pitada de aventura.

Esse livro não é tão hipnótico quanto Fury, e na maior parte do tempo a história é morna, e não traz muitas novidades.

Ainda continuo achando um pouco bizarro, mas não posso negar que estou me viciando….ai ai ai, continuemos.

O livro é bom? sim

Gostei do livro? continuo não sabendo

Recomendo? talvez

Romântica por natureza, choro, sofro e vivo as histórias e estou com uma vontade imensa de compartilhar essas emoções.

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