Livro-O-Ano-em-Que-Te-ConheciBem-vindos ao mundo imperfeito de Jasmine e Matt.

Vizinhos, eles não têm o menor interesse em tornarem-se amigos e nunca haviam se falado antes. Estavam sempre ocupados demais com suas carreiras para manter qualquer tipo de contato.

Jasmine, mesmo sem nunca tê-lo encontrado, tem motivos para não suportar Matt.

Ambos estão em uma licença forçada do trabalho e sofrendo com seus dramas familiares. Eles precisam de ajuda.

Na véspera de Ano-Novo, os olhares de Jasmine e Matt se encontram de forma inusitada pela primeira vez. Eles têm muito tempo livre e precisam rever seus conceitos para poder seguir em frente.

Conforme as estações do ano passam, uma amizade improvável lentamente começa a florescer.

Uma história dramática, original e divertida como só Cecelia Ahern é capaz de escrever.

Título: O Ano que te Conheci
Autor(a): Cecelia Ahern
Série: –

Editora: Editora Novo Conceito
Ano: 2016
Páginas: 336

O QUE ACHAMOS:

GÊNERO: 

RESENHA

Amigo bom é assim…te liga da livraria e pergunta:

-você já leu o livro “O ano que te conheci”?

– não (respondo)

– ótimo, estou comprando pra você ler primeiro, e me dizer se é bom.

Certo Camilla, eu li, mas talvez eu te decepcione um pouco. Mas vou me esforçar para ser o mais sincera possível.

O livro não me impressionou, na maior parte achei a leitura chata e tediosa…esses adjetivos costumam ser um convite tentador para que eu abandone a leitura. Mas eu não abandonei. E sabe porque? Porque a escrita é viciante, o livro tem um certo enigma ou suspense (ou seja lá como se descreve o troço) que te faz querer terminar para saber todos os desdobramentos. Acho que o maior problema desse livro foi que os desdobramentos não me convenceram.

Pessoas magoadas magoam as pessoas.

Jasmine é uma profissional muito competente, uma estrela em ascensão, sem tempo para nada, casada com seu trabalho. Mas sua vida dá uma reviravolta e agora ela está diante de uma situação nova em sua vida, esta com tempo de sobra em seu dia. Muito tempo sobrando para odiar seu vizinho Matt.

No ano em que te conheci, conheci a mim mesma. Você deveria fazer o mesmo, porque acho que vai encontrar um bom homem.

Primeiro achei Jasmine acelerada, depois achei que ela era louca e por ultimo achei que ela era realmente triste e confusa mesmo. Ela é desapegada, cheia de problemas internos a resolver.

Matt é um cretino, não é difícil odiá-lo. Sua vida está uma bagunça o que faz com que ele não tenha nenhuma perspectiva.

O livro é basicamente um monólogo. Jasmine pensa, pergunta ela mesmo responde, conclui e no final discorda dela mesma. Isso é serio…. ela divaga 90% do livro. Acho que essa narrativa que me deixou cansada. Porém esse mesmo fato acredito eu, me deixou intrigada, querendo saber o que as outras pessoas pensavam a respeito de tudo, me prendendo na leitura.

Matt e Jasmine forma uma dupla muito disfuncional, horrorosa a primeira vista, mas que se ajustou e acabou dando certo. Eles se unem no pior momento da vida de ambos e tornam-se amigos, e percebem que tem mais em comum do que imaginavam.

Posso pensar em 04 momentos transformadores para mim; o ano em que nasci, o ano em que soube que ia morrer, o ano em que minha mãe morreu e agora tenho um novo, o ano em que te conheci.

Por incrível que pareça ao final do livro, conclui que a dupla de amigos mais improvável do planeta é também a mais perfeita do universo todo. Eles são horríveis juntos, mas também são necessários um para o outro.

Jasmine me fez dar algumas boas risada, sua vida é toda errada, tudo confuso e parece que nada da certo com ela ou em volta dela.

mas no geral o livro não trás muitas emoções e tão pouco impactos. Não posso dizer que o livro é ruim, porque não é, porém não me apeguei não me impressionei, ou seja eu não gostei, apesar dele trazer uma mensagem ou uma lição, sei lá.

Isso aqui é sobre eu e você, nossa queda e nossa ascensão com as estações do ano, e sobre o que aconteceu quando uma porta se fechou para nós dois. Não sei se eu seria esta mulher agora se não fosse por você, e pode ser que você ache que nem fez nada. A maior parte das pessoas na vida não precisa fazer nada ativamente para nos transformar, ela só precisa ser.

Se recomendo? ainda não sei.

Romântica por natureza, choro, sofro e vivo as histórias e estou com uma vontade imensa de compartilhar essas emoções.

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