a-garota-do-calendario-janeiroEla precisava de dinheiro. E nem sabia que gostava tanto de sexo. O fenômeno editorial do ano e best-seller do New York Times, USA Today e Wall Street Journal

Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato.

A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil.

Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser…

Em janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. Com seus olhos verdes e físico de surfista, Wes promete a ela noites de sexo inesquecível — desde que ela não se apaixone por ele.

Título: A Garota do Calendário (Janeiro)
Autor(a): Audrey Carlan
Série: A Garota do Calendário #1

Editora: Verus
Ano: 2016
Páginas: 144

O QUE ACHAMOS:

GÊNERO: Chili Pepper-96

RESENHA

Sei que serei xingada, excomungada e julgada, mas quero e espero conseguir explicar porque dei 02 taças para esse livro.

Apesar de ter ficado frustrada, o enredo é bom, instigante e chamativo. Mia precisa de dinheiro para salvar seu pai, e a oportunidade de ganhar muito cai no seu colo. Ela terá que ser acompanhante de luxo, um cliente a cada mês. E Janeiro é a vez de Weston. Lindo, rico, fofo, carinhoso…tudo de bom. Um grande sacrifício ficar com ele 24 dias né….sqn.

Wes e Mia ficam juntos por 24 dias, e logo de início estabeleceram algumas regras e parecia que tudo ficaria bem, tudo mecanizado e perfeito. Obvio que o coração não respeita qualquer planejamento e mesmo quando se quer de todo jeito não se envolver, ele tem vida própria e acaba apaixonado.

Regra número um: vamos fazer uma quantidade insana de sexo este mês

Regra número dois: enquanto estivermos juntos, somos apenas eu e você. Pelo mês inteiro nós vamos ser monogâmicos.

Regra número três. Nós nunca vamos dormir na mesma cama.

Regra número quatro. Nunca se apaixonar.

Quando li que Mia ficaria 24 dias com Wes, já pensei logo, lógico que ela irá se apaixonar e largar tudo para ficar com ele. Imagina a minha cara de pastel quando li o final. Fiquei triste, indignada e por fim conformada….afinal o show tem que continuar, ou melhor a série tem que continuar….. fazer o que?

Meu pai ainda precisava ser salvo. (…)Eu nunca o abandonaria. Nem mesmo por Wes. Ainda que o pensamento enchesse minha mente, coração e alma de esperança, não era para ser. Eu tinha um trabalho a fazer e o faria, ou morreria tentando.

A proposta do livro é boa, gostei da história e fiquei empolgada, mas em algum momento no meio do caminho me apaixonei por Wes entãooooo, logicamente odiei o final, mas outros pontos foram cruciais para eu não ter apreciado mais a leitura.

1- O livro não tem conflitos, tensões, brigas, medos, manipulações…nada. É apenas um relato de 24 dias da vida de uma jovem acompanhante de luxo. Por isso arrisco dizer que ficou muito sem graça.

2- Me apaixonei por Wes

3- Tudo contado muito rápido, faltaram detalhes, sutilezas que fazem o leitor se apegar ou se envolver na história. O livro é um turbilhão, passou tão rápido que não deu para sentir o gostinho.

4- Me apaixonei por Wes

5- Entendi o motivos da protagonista em começar com o trabalho, mas não entendi o porque de continuar… afinal me apaixonei pelo Wes…..

Eu não quero que você fique me esperando, Wes. Se você encontrar algo de bom com alguém, aproveite. Divirta-se. Um homem como você, com a aparência que tem, não vai ter dificuldades para encontrar uma mulher para aquecer a sua cama.

Gostei de Mia ser bem resolvida e não ficar de mimimi. Gosta de sexo gata…então pratica muitooooooo. Kkkkkk. Ah…para o Wes eu dou 05 taças e meu coração.

Mesmo com uma sensação de que está faltando alguma coisa, vou ler fevereiro e vamos ver no que dá.

Peguei o chaveiro onde estavam as chaves de Suzi e as do meu apartamento e prendi nele a prancha e a chave da casa de Wes. Sua intenção não poderia ser mais clara. Se eu quisesse voltar para ele, precisaria estar pronta para lhe dar o meu coração, porque o dele já era meu.

Se recomendo? não sei.

Romântica por natureza, choro, sofro e vivo as histórias e estou com uma vontade imensa de compartilhar essas emoções.

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